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    Por mais mulheres no agro brasileiro

    Ações como a criação da Comissão Nacional das Mulheres do Agro, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), estão voltadas para esse sentido
    Rafael De Marco
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    Tags:

    Mulher

    Agricultura

    “O setor agropecuário brasileiro foi responsável por 25% do PIB do País em 2022, mas quanto desse setor tão grande é movido pelas mãos das mulheres?” Essa pergunta abre o artigo assinado por Sueme Mori e Elena Castellani, reproduzido no site da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

     

    Elas defendem que compreender a realidade das mulheres no agro é a chave para ampliar a participação do trabalho feminino no setor e promover a igualdade de gênero. Mori e Castellani lembram que a participação das mulheres no setor começou a ser mensurada pelo Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente a partir de 2006. E citam que o último Censo Agropecuário, de 2017, registrou em  29% a presença das mulheres no campo .

     

    “Quando falamos em igualdade de gênero, um outro indicador muito importante a se considerar é a distribuição em posições de liderança. No caso do agro, dos pouco mais de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários no País, 19% são geridos por mulheres. Em 2006, esse número era de 13%, em um universo de 5,2 milhões de propriedades rurais. Como comparação, em 2012 os Estados Unidos da América possuíam 14% de propriedades agropecuárias sob o comando de mulheres, número que passou para 29% em 2017”, escrevem.

     

    Para as autoras, a solução para aumentar a representatividade feminina passa pelo “desenho de políticas públicas adequadas e pela adoção de práticas empresariais voltadas para a inclusão, não discriminação, qualificação e garantia de oportunidades para as mulheres”. E citam como exemplo positivo a criação da Comissão Nacional das Mulheres do Agro, no final de 2022.

     

    “Atualmente, pouco menos de 5% dos quase 2 mil sindicatos rurais são presididos por mulheres. O trabalho da Comissão é voltado à ampliação da representatividade das mulheres no sistema sindical. Com representantes de todas as Federações Estaduais de Agricultura, o trabalho da Comissão está dividido em três eixos de atuação: fortalecimento das lideranças, criação de grupos estaduais de mulheres e representação institucional e política do Sistema CNA/Senar”, complementa o artigo no site da CNA.

     

    Clique AQUI para ler o artigo completo.