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    SXSW 2023: O que você precisa saber sobre sustentabilidade

    Confira 3 destaques do maior festival de inovação do mundo sobre ESG, crise climática e como fungos e cogumelos podem ajudar a tratar doenças e contornar a crise global de insegurança alimentar
    Rafael De Marco
    Créditos: Arquivo
    Créditos: Arquivo

    Tags:

    Digital

    Sustentabilidade

    Tecnologia

    Inovação

    Alimentação

    O SxSW 2023 (South by Southwest) é conhecido como o maior festival de inovação do mundo e sempre apresenta tendências e traz reflexões. Promovido em Austin, no Texas, Estados Unidos, desde 1987, também é reconhecido por ser a plataforma de lançamento de startups famosas, como o Twitter, o Foursquare e o carro autônomo Waymo.

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    A seguir, acompanhe 3 principais temas sobre sustentabilidade

    MICÉLIOS, FUNGOS E COGUMELO
    Enquanto a série “Last of Us” aborda um fungo ficcional que pode destruir a humanidade, o SXSW trouxe exemplos de como fungos, cogumelos e micélios podem ajudar a tratar doenças e contornar a crise global de insegurança alimentar.

    Painéis sobre comida abordaram como fungos e cogumelos podem estar nas próximas inovações em proteínas alternativas.“ Precisamos de escala para produzir comida segura, acessível e deliciosa. Quando olhamos a natureza e o que mais podemos escalar, são fungos e cogumelos“, disse Tyler Huggins, CEO e co-founder Meat Foods. Inclusive, churrasquinhos de cogumelos estavam disponíveis em ativações como a da série Yellowjackets.

    CRISE CLIMÁTICA

    Para atingir as metas de descarbonização até 2050, precisamos trabalhar na tecnologia necessária hoje. Até 2030, prazo para a execução das primeiras metas de descarbonização, será preciso acelerar muito desenvolvimento e financiamento de inovação climática. Esta urgência foi unânime em todas as sessões sobre aquecimento global no SXSW.

    No lado corporativo, líderes de empresas como Patagonia e Almagamated Bank falaram sobre como estão executando os planos para chegar ao net zero de emissões até 2030. Seja ao aproveitar abatimentos de impostos pela descarbonização, como o proposto pelo governo americano, ou ao contratar e financiar climate techs, startups com foco em soluções climáticas, por exemplo.

    Fundadores das climate techs também dividiram soluções diversas, como para limpar os oceanos, e falaram sobre o potencial destas startups para talentos de tecnologia. “Já estamos vendo um fluxo massivo de talentos de tech que já ganharam muito dinheiro e querem aplicar seu conhecimento aos problemas ambientais”, contou Emily Kirsh, investidora da Powerhouse Ventures.

    ESG E ATIVISMO CORPORATIVO
    Como colocar os princípios do ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa) e DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) na prática foi um dos temas mais quentes do evento. Painéis com empresas como Patagonia, Ben & Jerry’s, Unilever e outros discutiram lacunas de sustentabilidade e responsabilidade social na cadeia de produção, estrutura e marketing das empresas.

    “Nós criamos os problemas do mundo e eles não serão resolvidos sem que as empresas assumam responsabilidade”, disse Ryan Gellert, CEO da Patagonia. Além da sustentabilidade ambiental, discutiu-se como as empresas podem fomentar princípios de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). “DEI não é uma iniciativa ou departamento”, defendeu Tarana Burke, cocriadora do movimento #MeToo, que acredita que as metas e orçamento para inclusão devem estar incutidos em todas as áreas.

    Já na frente de marketing de causas, a tendência é criar parcerias sólidas com governos, ONGs e entidades sociais para impulsionar projetos compatíveis com valores das empresas - mesmo que muitas empresas ainda tenham medo de se posicionar.

    Com informações do Gente.Globo e agências internacionais.

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