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    Pescaria no Rio de Janeiro

    Confira as melhores praias, pedras e costões para fisgar peixes na orla da Cidade Maravilhosa
    Rafael De Marco
    Pescaria no Rio de Janeiro
    Pescaria no Rio de Janeiro

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    Turismo

    Pesca

    Pescar no Rio de Janeiro pode ser uma experiência diferente e muito prazerosa, especialmente para quem nunca pescou no mar e acha que é preciso de um barco para isso. Não é necessário. Praias, pedras ou costões são excelentes lugares para jogar o anzol na orla carioca.

    O Conecta traz opções para uma boa pescaria na Cidade Maravilhosa. Confira:

    PRAIA DE COPACABANA
    São 4 quilômetros de praia. Do Leme ao Posto Seis, há vários pontos de pesca que ratificam a fama de Copacabana de não deixar o pescador voltar para casa de mãos vazias.

    O Posto 6 e o Posto 4 estão entre os mais frequentados pelos pescadores, sempre lutando para fisgar corvinas, linguados, galhudos, papa-terras, riscadinhos e violas, entre outros.

    Por conta da boa iluminação, Copacabana permite também a pesca noturna em vários pontos da orla. As iscas utilizadas nessa praia são as tradicionais.

    PRAIA VERMELHA
    A Praia Vermelha fica no bairro da Urca e é a mais próxima do centro do Rio de Janeiro. Apresenta uma paisagem deslumbrante, emoldurada pelo Pão de Açúcar.

    O canto direito da Praia Vermelha é o melhor ponto para fisgar espécies como carapicus, espadas, xereletes, enchovetas e até galos-de-penacho grandes. A captura de lulas no local também é de encher os olhos.

    O melhor horário para pesca começa às l6h. Como está situada em uma área militar, as atividades são liberadas após as 14h. O único ponto negativo é o risco de o movimento das marés da Baía de Guanabara trazer sujeira para a água.

    PRAIAS DA BARRA DA TIJUCA E RECREIO DOS BANDEIRANTES
    As praias da Barra e do Recreio - extensão aproximada de 20 km - são muito boas para a modalidade de arremesso. Enchovas, pampos, galhudos, robalos, linguados, papa-terras e quase todas as espécies de praia circulam pelas águas rasas, claras e limpas dessa região do Rio.

    Mesmo com a grande variedade de peixes nadando entre as arrebentações, espuma e buracos, a orla na Barra da Tijuca e no Recreio nem sempre é um paraíso de pesca. Isso por conta dos ventos e marés, que costumam remexer demais o fundo.

    Por isso, quanto melhores as técnicas de arremesso, melhor para atingir canais mais profundos e escapar dos bancos de areia.

    PEDRA DO LEME
    Localizada na praia do mesmo nome, a Pedra do Leme conta com um caminho cimentado para receber os pescadores.

    Essa estrutura oferece segurança para a pesca noturna de espécies como marimba, espadas, papa-terras, enchovas, xereletes, olhos-de-cão, entre outros.

    Na Pedra do Leme também é possível fisgar sardinhas, xereletes e enchovetas, além de lulas (estas, também no período noturno).

    A maior ocorrência de cardumes de espadas e vermelhos olho-de-cão costuma ocorrer entre setembro e dezembro. O local geralmente recebe grande número de pescadores, por isso exercitar a paciência é necessário.

    PEDRA DO ARPOADOR
    A Pedra do Arpoador está localizada entre o Forte Copacabana e a praia de Ipanema.

    Pode ser considerado até um ponto de captura de espécies extremamente esportivas e nobres. É ótimo para iscas artificiais por ter várias entradas de pedras que facilitam o corrico no mesmo nível do mar.

    Os cardumes de manjubas e sardinhas que circulam próximo às pedras atraem espécies como enchovas, robalos, xereletes e olhetes, para alegria dos pescadores.

    Outros peixes comuns são espadas e robalos (pesca noturna), marimbas, vermelhos olho-de-cão e piranjicas, além das lulas, especialmente entre janeiro e março.

    CUIDADOS
    É sempre preciso ficar atento aos riscos de pescar em pedras ou costões, pois estes podem causar acidentes. Cuidados ao caminhar por pontos úmidos e escorregadios são essenciais, mas não os únicos, pois até quando estes locais estão secos podem ser perigosos devido às condições do mar e os riscos das ondas que batem contra as pedras. Ondas, aliás, podem provocar “capotes” até mesmo nas praias. Portanto, a recomendação é um olho no peixe e outro no mar.